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São Joaquim da Barra aprova toque de recolher


depois das 22h para menores de idade

Medida foi tomada para diminuir jovens envolvidos na criminalidade

Do R7

 

 

O Ministério Público e o Juizado da Infância e da Juventude de São Joaquim da Barra, cidade a 396 km de São Paulo, aprovaram o toque de recolher depois das 22h para os menores de idade do município.

Os jovens que forem flagrados na rua após o horário estabelecido serão encaminhados para casa e os pais vão levar uma advertência. Se o jovem por pego pela segunda vez fora de casa, os pais serão multados em até 20 salários mínimos.

A medida foi tomada com o apoio também do Conselho Tutelar, que vai ajudar na fiscalização junto às polícias Militar e Civil. O toque de recolher foi adotado, segundo as autoridades de São Joaquim da Barra, por causa do alto número de casos de criminalidade na cidade envolvendo menores de idade.

 

 

 

 


 

 

PAVIMENTAÇÃO COM BAGAÇO DE CANA

 


 
     Uma nova mistura de asfalto substitui o uso de fibra de celulose por bagaço de cana de açúcar. Além de simples e barata, a medida permite reutilizar sobras do processo de fabricação do açúcar e do álcool.

Pesquisadores comprovaram que o bagaço de cana pode ser usado como aditivo estabilizante para o asfalto, evitando que o cimento escorra durante as etapas de mistura ou de aplicação.

“A principal vantagem do bagaço de cana em relação às outras fibras é o custo significativamente inferior”, afirma Cláudio Leal, do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Fluminense (IFF). “Além disso, o aproveitamento desse rejeito industrial também contribui para o desenvolvimento sustentável”, ressalta o pesquisador

A solução foi desenvolvida para o asfalto do tipo pedra matrix (ou SMA, na sigla em inglês), desenvolvido na Alemanha no final da década de 1960. Essa mistura asfáltica é empregada em rodovias com tráfego intenso, aeroportos, áreas de carga e descarga, paradas de ônibus, estacionamentos e até em pavimentos perpétuos.

“Em função do contato grão a grão das britas maiores, o SMA é mais resistente a deformações permanentes do que misturas asfálticas convencionais”, aponta Leal. O uso do bagaço de cana na mistura evita que toneladas desse resíduo sejam descartadas sem aproveitamento.

20% do bagaço vira resíduo
De acordo com o pesquisador, a produção de açúcar e álcool gera cerca de 270 kg de bagaço por tonelada de cana de açúcar moída. Estima-se que a safra brasileira produza aproximadamente 132 milhões de toneladas de bagaço por ano.

Embora a maior parte seja queimada nas caldeiras das próprias usinas para geração de energia térmica ou elétrica, cerca de 20% são rejeitados no meio ambiente.

O aproveitamento deste rejeito industrial é simples: “O bagaço precisa apenas ser seco e peneirado. É diferente da produção da celulose, que envolve a polpação da madeira, um processo químico complexo e que gera alguns efluentes”, distingue Leal.

Considerando-se que a produção de uma tonelada de SMA absorve cerca de 3 kg de aditivo, o gasto com a fibra de celulose é de aproximadamente R$ 12 por tonelada de asfalto. Sua substituição, portanto, representaria uma redução de custos significativa.

A construção de um trecho experimental usando a nova fórmula do SMA está prevista para o segundo semestre de 2010, na BR-356, entre Campos dos Goytacazes e São João da Barra, no norte fluminense do estado do Rio de Janeiro.

“Já foi feito um inventário do pavimento existente, e o projeto de reforço foi elaborado”, diz o pesquisador. A vida útil do asfalto SMA é quase 50% maior do que a de misturas comuns.
 

 

 Fonte:Ethanol Brasil Blog

 


 SP pode antecipar fim da queima da cana de açúcar para 2017.

 

O Estado de São Paulo conseguiu superar uma barreira na última safra 2009/2010 e já tem mais da metade da sua área de cana-de-açúcar sendo colhida por máquinas e não mais por meio da queima. Uma área de 2,4 milhões de hectares de cana foi colhida mecanicamente, o que significa 55,8% da safra 09/10. O número mostra que, devido ao trabalho do projeto Etanol Verde da Secretária do Meio Ambiente (SMA), o fim da queima será antecipado - a Lei Estadual 11.241/02 prevê término para 2031.

Com os novos prazos estabelecidos pelo governo paulista por meio do Protocolo Agroambiental a previsão é de que em 2014 seja eliminada a queima da cana-de-açúcar nas áreas mecanizáveis e, em 2017, nas áreas não mecanizáveis, aquelas que apresentam declividade acima de 12%. Desde 2007, início do projeto, deixaram de ser queimados 2,6 milhões de hectares no Estado de São Paulo, valor equivalente a emissão da frota de 23 mil ônibus a diesel, no período de um ano.

Em 2009 deixaram de ser queimados 1,1 milhão de hectares de cana, evitando a emissão de cerca de 3,3 milhões de toneladas de monóxido de carbono. Também deixaram de ser emitidas cerca de 290 mil toneladas de material particulado e 480 mil toneladas de hidrocarbonetos. Além disso, as unidades agroindustriais certificadas pelo Protocolo Agroambiental e os fornecedores de cana-de-açúcar comprometeram-se com a recuperação de 251.375 hectares de mata ciliar, o que representa mais de 40 mil km de rios protegidos.

Fonte: Agência Brasileira de Notícias

 


 

Usineiros veem entrave para viabilizar projeto

 

A Unica (União da Indústria de Cana-de-Açúcar) diz que o custo da energia elétrica será o grande problema para viabilizar o carro elétrico no Brasil. Hoje, o país já recorre à geração termelétrica a gás natural para garantir o abastecimento. O custo dessa energia não é modesto.

Em 2009, os brasileiros tiveram de pagar R$ 2,3 bilhões em encargo gerado pela necessidade de acionamento das térmicas a gás.

Foi a solução emergencial do governo para evitar o risco de um apagão. Com a geração térmica, o ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico) pôde economizar água nos reservatórios e cruzar o período seco em 2008.

Para a Unica, o veículo elétrico exigirá do país um novo arranjo para o setor elétrico. Hoje, o governo projeta crescimento de 5,1% na demanda por energia elétrica.

Com o carro elétrico, essa demanda seria muito maior. Pelo atual ritmo de expansão do parque gerador brasileiro, haveria problemas.

Fonte: Folha de S. Paulo

 Pesquisadores transformam resto de cana em concreto.

 
Grupo da Federal de São Carlos cria método para misturar cinzas da cana de açúcar em material para construção civil.

Boa parte do interior de São Paulo é coberto por plantações de cana e isso pode aumentar nos próximos anos por conta do investimento de empresas estrangeiras na produção de álcool. Em algumas plantações já há tecnologia para aproveitar o que sobra após a produção de combustível e açúcar. A queima do bagaço gera energia para as fábricas, mas deixa, como subproduto, cinzas. Esse "resto do resto", agora, também poderá ser reaproveitado. E, se depender de uma equipe de pesquisadores da UFSCar, vai virar concreto.
 
A base do concreto é areia, cimento, água e brita, em diferentes proporções. O que os cientistas fizeram foi substituir parte da areia por cinzas de bagaço de cana. O processo desenvolvido, de acordo com o grupo, vai ser útil para enfrentar a dificuldade de extração e o encarecimento da areia. "Areia usada em construções vem do leito de rios, é um processo nada sustentável, está cada vez mais difícil a obtenção de licenças ambientais para sua extração", diz o professor Almir Sales professor de Engenharia Civil da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar).

Sales, que pesquisa há 10 anos resíduos que pudessem substituir materiais como areia e brita na construção civil, já trabalhou com restos de demolições, serragem e até lodo que sobra do tratamento de água. E começou a investigar quais sobras eram mais abundantes na região. "Uma pequena parte das cinzas do bagaço é usada como adubo nas próprias plantações de cana, o resto acaba indo parar em aterros", diz. Segundo o estudo, o Brasil gera 10 mil toneladas de cinzas de bagaço de cana por dia.

O estudo da "areia de cana" começaram em 2007. O grupo descobriu que as propriedades dos dois materiais são semelhantes. "Temos que fazer apenas alguns acertos, como moagem para que a cinza tenha a mesma textura da areia e, às vezes, filtrar o bagaço não queimado pelas caldeiras das usinas", diz o professor.

Os pesquisadores testaram a mistura do concreto com 5 tipos de cimento. Concluíram que cerca de 30% a 50% da areia pode ser substituída por cinzas, de acordo com o tipo de construção. "A surpresa foi que a cinza elevou a resistência do concreto em mais de 15%". O próximo passo do grupo são os ensaios de durabilidade. "As peças não podem esfarelar, e a estrutura de aço no interior dela deve estar protegida contar corrosão", diz Sales.

A última fase da pesquisa deve durar 12 meses, quando testes de durabilidade que simulam o desgaste em 20 anos serão feitos. A ideia inicial dos pesquisadores que o concreto de cinza seja usado por prefeituras na infraestrutura urbana, na construção de guias, sarjetas e bancos, por exemplo.

A maior parte das cinzas da cana, hoje, é dispensada em aterros sanitários. E aquela pequena parte que é jogada no solo como fertilizante poderia até contaminá-lo, de acoro com o estudo, que encontrou metais pesados como cádmio e chumbo no material.

Também participaram da pesquisa, além de Almir Sales, Sofia de Araújo Lima, Fernando do Couto Rosa Almeida, Juliana Petermann Moretti, Tiago José dos Santos, Sérgio Gustavo Ferreira Cordeiro e Bruno Souza Cerralio.

Fonte: Revista Galileu, edição Junho/2010